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Brasil

IR no 1º mundo chega a 57,55% e super-ricos não deixarão o Brasil por que Lula isentou quem ganha R$ 5 mil

Publicada em 29/03/25 às 09:47h - 17 visualizações

Rádio Rir Brasil Amazonas - Direção:Eneida Barauna e Ronaldo Castro - 92 98607-0010


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IR no 1º mundo chega a 57,55% e super-ricos não deixarão o Brasil por que Lula isentou quem ganha R$ 5 mil
 (Foto: Rádio Rir Brasil Amazonas - Direção:Eneida Barauna e Ronaldo Castro - 92 98607-0010)

Comparação da alíquota do IR no Brasil com os demais países desmente a falácia de que cobrar imposto dos super-ricos para isentar quem ganha até R$ 5 mil vai levar a fuga de bilionários do país

Segundo o levantamento feito pela Austin Rating com auxílio de dados da Trading Economics,, o Brasil cobra uma alíquota máxima de Imposto de Renda de 27,5%, contra 56,95% cobrados na Finlândia, os 55,97% cobrados no Japão e os 37% nos Estados Unidos. Na Suíça, que já foi paraíso fiscal, cobra hoje 40%, portanto, nenhum bilionário brasileiro vai deixar o Brasil para pagar 55,9% na Dinamarca ou 45% na França.

O Brasil, portanto, não é um país de “imposto caro” como diz parte da elite econômica, e, principalmente os parlamentares bolsonaristas. Ao contrário, o Brasil é na verdade uma país onde se pratica uma injustiça tributária, pois a alíquota máxima do imposto de renda de 27,5% é cobrada de assalariados, por isso a proposta do governo do presidente Lula, de isentar o imposto de quem ganha até R$ 5 mil representa justiça tributária.

Os dados da Austin Rating mostram apenas a alíquota máxima cobrada em cada país e não levam em conta as faixas de renda taxadas nem a quantidade populacional. Países desenvolvidos optam por uma maior taxação da renda para uma melhor distribuição das riquezasm nas revelam que o Brasil tem a 88ª alíquota de Imposto de Renda (IR) comparado com outros 146 países.

 

 

Sem a isenção, um trabalhador brasileiro que  recebe acima de R$ 4.664,68 é tributado em 27,5%; abaixo deste valor (ver tabela abaixo), a alíquota do IR é de 22,5%, sendo que a menor valor de cobrança, que vai de R$ 2.259,21 até R$ 2.826,65 é de 7,5%. A título de comparação, IR no Brasil só é maior do que a cifra cobrada na Ucrânia ( 25%) os 18% e os 13% cobrados na Bolívia e na Rússia.


A a nova faixa de isenção do Imposto de Renda, trabalhadores terão reduções relevantes no IR. Por exemplo, um motorista que receba R$ 3.650,66 mensais poderá economizar aproximadamente R$ 1.058,72 ao ano. Já uma professora com salário mensal de R$ 4.867,77 terá uma economia anual de cerca de R$ 3.970,07. Um profissional autônomo com rendimento mensal de R$ 5.450,00 economizará R$ 3.202,44 por ano. Por fim, uma enfermeira com salário de R$ 6.260,00 poderá ter uma redução anual de R$ 1.821,95 no valor pago de Imposto de Renda.

Entenda as diferentes faixas de desconto

Alta renda

Quem ganha acima de R$ 50 mil por mês, ou R$ 600 mil por ano, incluindo salário, aluguéis, dividendos e outros rendimentos, não terá cobrança adicional, para aqueles com renda superior a R$ 600 mil por ano, chegando até R$ 750 mil, aplica-se uma alíquota que cresce gradualmente de 2,5%  até 10%, para quem ganha R$ 1,2 milhão ou mais. Já na hora de calcular o valor do imposto devido, alguns rendimentos são excluídos, como ganhos com poupança, títulos isentos, herança, aposentadoria e pensão de moléstia grave, venda de bens, outros rendimentos mobiliários isentos, além de indenizações.

Fica, portanto, descartada a hipótese de empresas e de donos de grandes fortunas saírem do Brasil, porque o governo do presidente Lula vai começar a taxar os super-ricos. A cobrança é ínfima comparada aos grandes países, e, convenhamos, ninguém vai deixar fábricas, fazendas e imóveis para trás. A mudança que será votada no Congresso Nacional corrige distorções históricas na cobrança do imposto de renda, e não vai deixar os super-ricos mais pobres.

Com informações do IBGE, Estadão, Agência Gov e Agência Brasil




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